
Da sobrecarga operacional à autonomia digital.
O e-book foi criado para médicos que querem incorporar inteligência artificial à rotina, mesmo sem experiência prévia com tecnologia ou programação.
O desafio editorial era tornar um tema complexo acessível sem simplificá-lo demais. Informação, ritmo e credibilidade precisavam conviver em um material capaz de ensinar e, ao mesmo tempo, inspirar ação.
- Minha atuação
- Direção de arte e design editorial
- Formato
- E-book digital · 26 páginas
- Entregas
- Conceito, diagramação, imagens e sistema visual


Uma estrutura editorial que orienta sem parecer uma aula técnica.
A tecnologia fica em segundo plano. O tempo volta para o médico.
A narrativa não começa pela ferramenta, mas pelo benefício: reduzir tarefas repetitivas, organizar conhecimento e liberar atenção para aquilo que depende de julgamento humano.
Essa escolha orienta todo o projeto. O conteúdo avança em camadas curtas, a interface aparece apenas quando ajuda a explicar e cada capítulo termina mais prático do que começou.

A utilidade vem antes do deslumbramento tecnológico.
Do primeiro contato à autonomia, sem saltos de entendimento.
O percurso foi desenhado como uma evolução de confiança. Cada bloco prepara a decisão seguinte e reduz a sensação de complexidade.
Por que usar Claude
O valor da IA aparece primeiro na rotina: menos burocracia e mais tempo para decisões importantes.
Interface, modelos e planos
O ambiente é apresentado sem jargão, comparando possibilidades antes de qualquer escolha.
Prompts e casos de uso
Exemplos transformam conceitos abstratos em ações possíveis no consultório e na gestão.
Do chat ao Claude Code
O percurso termina com autonomia: criar um site profissional sem precisar escrever código.
Decisões complexas organizadas em leitura direta.
Comparativos, planos e modelos foram tratados como sistemas visuais, não como blocos extensos de texto.


Autoridade sem rigidez. Tecnologia sem clichê.
A identidade combina a precisão de um manual com o ritmo de uma publicação contemporânea.
em escala.
Títulos amplos criam pausas; textos compactos preservam fluidez e legibilidade.

Mostrar apenas o que o leitor precisa para avançar.
Capturas e reconstruções de interface entram como mapas: destacam decisões, reduzem ruído e mantêm a leitura orientada.
Uso prático também exige limites claros.
A orientação sobre privacidade não foi deixada como nota de rodapé. Ela ganha uma pausa visual própria e estabelece um princípio simples: nenhum dado que identifique o paciente deve entrar na ferramenta.

O último capítulo transforma aprendizado em autonomia.
Depois de aprender a conversar com a IA, o leitor conhece o Claude Code e percorre um passo a passo para criar o próprio site profissional.






Um material que transforma curiosidade em repertório utilizável.
Em 26 páginas, o e-book leva um público não técnico do primeiro contato com o Claude a aplicações reais, seguras e progressivamente mais autônomas. A direção editorial torna esse percurso claro, confiável e agradável de percorrer.
